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quinta-feira, 26 de novembro de 2009

BONS TEMPOS AQUELES...

THE HOLLIES - He Ain't Heavy, He's My Brother



He Ain't Heavy, He's My Brother


The road is long
With many winding turns
That leads us to
Who knows where, who knows where

But I'm strong
Strong enough to carry him
He ain't heavy, he's my brother

So on we go
His welfare is my concern
No burden is he to bear
We'll get there

For I know
He would not encumber me, oh no.
He ain't heavy, he's my brother

If I'm laden at all
Then I'm laden with sadness
That everyone's heart
Isn't filled with gladness
Or love for one another

It's a long, long road
From which there is no return
While we're on the way to there
Why not share?

And the load
Doesn't weigh me down at all

He ain't heavy, he's my brother


Ele não pesa, ele é meu irmão

A estrada é longa
Com muitas voltas sinuosas
Isso nos conduz a quem sabe onde
Quem sabe onde

Mas eu sou forte
Forte bastante para carrega-lo
Ele não pesa, ele é meu irmão

Assim nós vamos
O bem-estar dele é a minha preocupação
Ele não é nenhum fardo para agüentar
Nós chegaremos lá

Porque eu sei
Ele não me embaraçaria
Ele não pesa, ele é meu irmão

Se eu estou carregando tudo
Eu estou carregando com tristeza
Pois todos os corações
Não estão cheios com a alegria
Do amor de um para com o outro

É uma estrada longa, longa
Da qual não há nenhum retorno
Enquanto nós estamos a caminho de lá
Por que não dividimos?

E a carga
Não me pesa em nada
Ele não pesa, ele é meu irmão

Ele é meu irmão
Ele não pesa, ele é meu irmão

The Marmalade - Reflections Of My Life


Reflections Of My Life

THE CHANGING OF SUNLIGHT TO MOONLIGHT
REFLECTIONS OF MY LIFE
OH HOW THEY FILL MY EYES
THE CREEPING OF PEOPLE IN TROUBLE

REFLECTIONS OF MY LIFE
OH HOW THEY FILL MY EYES
OH MY SORROW, SAD TOMORROW
TAKE ME BACK TO MY OLD ROAD

OH MY CRYING,
FEEL I'M DYING
DYING
TAKE ME BACK
TO MY OLD ROAD

I'M CHANGING
ARRANGING
I'M CHANGING
I'M CHANGING EVERYTHING
EVERYTHING AROUND ME
THE WORLD IS
A BAD PLACE, A BAD PLACE
A TERRIBLE PLACE TO LIVE
BUT I DON'T WANNA DIE

Reflexões da minha vida

A mudança da luz do sol para a luz do luar
São reflexões da minha vida
E como enchem meus olhos ...
A agitação das pessoas em apuros

São reflexões da minha vida
E como enchem meus olhos ...
Por favor tristeza,
Triste amanhã
Levem-me de volta,
Para meu velho caminho

Por favor meu pranto,
Sinto que estou morrendo,
Morrendo
Levem-me de volta,
Para meu velho caminho

Estou mudando
Arranjando
Estou mudando,
Mudando todas as coisas
Tudo ao meu redor
O mundo é um lugar ruim,
Um lugar ruim
Um lugar terrível
Para se viver
Mas eu não quero morrer ...

segunda-feira, 20 de julho de 2009

RIO BRAVO



Começo aqui um mês dedicado ao DUCK (John Wayne). Se fosse começar pelos grandes filmes, seria por Rastros de ódio, mas resolvi jogar no palitinho, pois bons ou medianos gosto de todos. Chega a ser engraçado a repetição da mesma fórmula, se você é fã deve ter assistido El Dorado, Rio Lobo e mais um ou dois que seguem esta mesma fórmula, surpresas? Nenhuma, mas não deixa de ser uma delícia assistir a estes velhos clássicos. eu simplesmente ADORO!

Rio Bravo: o faroeste perfeito
por Luiz Zanin, Seção: Cinema, Críticas 12:28:07.
Onde Começa o Inferno (Rio Bravo, 1959) é um daqueles filmes sobre os quais já correram rios de tinta. Em especial, porque os então jovens críticos da Cahiers du Cinéma colocaram Howard Hawks no pedestal da autoria cinematográfica, apenas um pouco abaixo de Alfred Hitchcock.

Como ver então esse filme? Ou melhor, como revê-lo já que, como qualquer outro clássico, Rio Bravo é suposto como parte indispensável do conhecimento cinematográfico de qualquer cinéfilo que se leva a sério? Pois bem, uma maneira talvez interessante, no momento em que ele sai em DVD em edição luxuosa da Warner (R$ 39,90), é atentar para o que faz deste filme um western perfeito e um permanente encanto para quem gosta de cinema.

A história é aquela que todos conhecem. John Wayne é o xerife de uma cidadezinha. Ele precisa defender a cadeia contra um bando bem armado que deseja libertar um companheiro lá preso. Wayne conta apenas com a ajuda de um velho manco (Walter Brennan) e um alcoólatra em recuperação (Dean Martin). A eles se une o jovem pistoleiro rápido no gatilho (Ricky Nelson). E o grupo se completa com a presença de uma mulher de passado suspeito e cara de anjo (Angie Dickinson), por quem o durão John T. (Wayne) acaba se enrabichando.

Tirando o enfrentamento final, Rio Bravo até que não tem muita ação para um western. Quase nada, de fato. É um faroeste de espera, quer dizer, de clima e, nessa ausência de ação é a sua forma que se depura. Boa parte se passa no interior da velha cadeia e o tempo é ocupado com a convivência dos homens. A tensão sobe, pois os bandidos pedem a um grupo de mariachis que toque incessantemente uma melodia chamada A Degola. Não é preciso dizer o seu significado. Mas nem o medo abala a amizade viril, tão sólida que, ameaçado de morte, há tempo para que o grupo toque e cante duas belas melodias. Não vamos esquecer que Ricky Nelson tem sua origem no rock.

Os elementos míticos do western estão dados: a luta dos bons contra os maus, a ameaça da fêmea ao universo macho, que se defende com a amizade viril, intensa e de poucas palavras. É com esse caráter que se civiliza um país, diz o mito. O engenho de Hawks é tratar esses pontos quase como formas puras, servindo-se de uma linha narrativa mínima, quase inexistente. E, ao mesmo tempo, colocando um certo distanciamento, permitido pelo uso do humor em situações que em tese seriam dramáticas. O resultado é estupendo e não tem paralelo na história do gênero.

(Estadão, Caderno Cultura, 9/7/07)



Compositores: Dimitri Tiomkim / Paul Francis Webster
Interpretes: Dean Martin e Rick Nelson

Sun is sinking in the west
The cattle go down to the stream
The redwing settles in the nest
It's time for a cowboy to dream

Purple light in the canyon
that is where I long to be
With my three good companions
just my rifle pony and me

Gonna hang my sombrero
on the limb of a tree
Coming home sweet my darling
just my rifle pony and me

Whippoorwill in the willow
sings a sweet melody
Riding to Amarillo
just my rifle pony and me

No more cows to be ropin'
No more strays will I see
'round the bend shell be waitin
For my rifle pony and me
For my rifle my pony and me

MEU RIFLE, MEU PÔNEI E EU
tradução (marcia regina de negreiros)

Sol se pondo no oeste
gado desce ao riacho
águia no ninho a pousar
é hora do cowboy sonhar

luz púrpura no cannion
é lá que eu quero estar
com minha doce companheira
somente meu rifle , meu pônei e eu

pendurar meu sombrero
sobre o galho de uma árvore
estou indo para casa minha querida
somente meu rifle , pônei, e eu

curiango no salgueiro
canta doce melodia
vou cavalgar até Amarillo
somente meu rifle, meu pônei e eu

não há mais vacas para amarrar
novilhos desgarrados não verei
Lá na curva ela vai me esperar
por meu rifle, meu pônei e eu
por meu rifle, meu pônei e eu
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